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Corporate· Talk

Inovação como Motor de Crescimento: O que os Grandes Players Estão Fazendo na Prática

28 de agosto · 14:15–14:50Palco 5
Gustavo Amici
Gustavo Amici
Diretor - Digital Natives · Databricks
Marcelo Vital
Marcelo Vital
VP Institucional · Asaas
Como as empresas de tecnologia e finanças estão transformando tendências como Inteligência Artificial, Big Data e escala em valor real para os negócios? Neste painel, líderes da Databricks (referência global em dados e IA), Asaas (uma das maiores fintechs de pagamento e gestão financeira do país) e Trillia (a unidade de inteligência de dados e analytics da B3) revelam os bastidores de suas estratégias de inovação. Uma conversa prática e provocativa sobre decisões baseadas em dados, cultura de experimentação, arquitetura de escala e como o pioneirismo tecnológico está gerando vantagem competitiva em mercados altamente complexos.
Sumário executivo

Resumo executivo

O painel aborda a prática da inovação corporativa e como grandes players como Asaas, Databricks e Trilha (B3) transformam conceitos e Inteligência Artificial em receita real e eficiência operacional. Os palestrantes enfatizam a importância de focar nas dores do cliente desde a concepção de produtos, utilizando frameworks de horizontes de inovação (H1, H2 e H3), onde a validação financeira via nota fiscal emitida determina quais soluções devem evoluir e escalar.

Na perspectiva de Inteligência Artificial e gestão de dados, debate-se a urgência da governança, segurança e controle de custos. O uso desordenado de ferramentas de IA pelas áreas de negócio pode gerar disparada de custos com tokens e riscos de vazamento. Assim, o sucesso das iniciativas depende do alinhamento entre infraestrutura de dados estruturada, escolha consciente do modelo adequado para cada caso de uso e capacitação contínua dos colaboradores.

Por fim, destaca-se que a inovação exige uma cultura de testes contínuos (como testes A/B) e a disciplina para desapaixonar-se de ideias ou agentes de IA obsoletos. Inovar com sustentabilidade requer resolver problemas reais com métricas claras, integrando a estratégia de dados desde o primeiro dia (D1) da operação.

Tópicos principais

  • Horizontes de Inovação (H1, H2, H3): Estruturação de projetos em fases, utilizando a nota fiscal emitida como critério para transição e escala.
  • Cultura de Testes Contínuos: Adoção sistemática de testes A/B em ambientes controlados para validar hipóteses e errar rápido sem comprometer a operação.
  • Escuta Ativa do Cliente: Desenvolvimento de soluções a partir das necessidades e dores reais dos usuários finais.
  • Governança e AI Gateway: Implementação de arquiteturas centrais para controlar segurança, privacidade e homologação de ferramentas de IA na empresa.
  • Gestão de Custos de Tokens: Roteamento inteligente de perguntas para modelos de IA mais econômicos e adequados à complexidade da tarefa.
  • Estratégia de Dados no D1: Necessidade de estruturar a governança e o data lake desde o nascimento da startup para viabilizar inovações futuras.

Insights

A principal métrica de validação para transicionar um produto da fase de cocriação (H3) para a fase de ajuste de escala (H2) é a emissão de nota fiscal paga pelo cliente.
Utilizar modelos de IA generativa de topo de linha para perguntas simples infla drasticamente os custos operacionais; o uso de roteamento para modelos adequados ou open-source pode reduzir despesas consideravelmente.
A Inteligência Artificial deixou de ser apenas uma vertical isolada de inovação para se tornar parte integrante da infraestrutura básica dos negócios.
Liberar a criação descentralizada de agentes de IA acelera a cultura de inovação, mas exige ciclos posteriores de consolidação para oficializar apenas as ferramentas de maior impacto.

Frases marcantes

"A gente tem que ter... Tomar muito cuidado em ter muita testa oleosa, Achando que é mente brilhante."Marcelo Vital
"Não tenha medo de fazer testes pequenos."Marcelo Vital
"Eu deixaria A mensagem de você se apaixonar Pelos problemas, E não pelas soluções."Speaker 1

Aplicações práticas

  1. 1Adotar testes A/B constantes em ambiente controlado para validar novas funcionalidades antes do rollout definitivo.
  2. 2Implementar uma camada de governança (AI Gateway) para gerenciar acessos, homologar ferramentas e controlar despesas com tokens de IA.
  3. 3Oferecer treinamentos contínuos de habilitação (enablement) para que os colaboradores aprendam a utilizar as ferramentas de IA de forma eficiente e alinhada ao negócio.
  4. 4Estruturar a governança e arquitetura de dados desde o primeiro dia (D1) de operação da empresa.
  5. 5Avaliar e rotear chamadas de IA, direcionando demandas simples para modelos mais baratos ou open-source e reservando modelos avançados para problemas complexos.

Conclusão

A inovação na prática resulta da combinação entre escuta ativa das necessidades do cliente, governança rigorosa de dados e uma cultura focada em experimentação contínua. Ao colocar o cliente no centro, desapaixonar-se de soluções inviáveis e gerenciar os custos de tecnologia com responsabilidade, as organizações garantem um crescimento escalável e sustentável.

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Sumário gerado e editado pela curadoria Sebrae Startups.
Publicado em 28 de agosto de 2026